Laboratório de desenvolvimento de projetos audiovisuais, com foco em narrativas amazônicas, o Lab Amazônias está com inscrições gratuitas abertas (clique aqui). O projeto é uma iniciativa da produtora Leão do Norte com a Casa Ninja Amazônia e apoio do Projeto Paradiso. Serão selecionados seis projetos de longas-metragens de ficção de pessoas que vivem em Manaus. 

Segundo a organização, o objetivo do Lab Amazônias é encontrar e desenvolver histórias que reflitam a pluralidade cultural da região com temáticas que envolvam questões étnicas, ambientais, sociais, de gênero. Haverá ainda atenção à valorização dos saberes e tradições locais com uma diversidade de abordagem e capazes de gerar reflexões para a sociedade. 

O Lab Amazônias acontecerá entre setembro e novembro de 2024, em formato online com algumas etapas em formato híbrido. 

DIVISÃO DO LABORATÓRIO 

Projetos serão apresentados em pitchings no Matapi 2024.

A atuação do Lab Amazônias terá três divisões com uma carga horária total de 120 horas: 

  1. o bloco Narrativo irá abordar questões como tema e premissa, criação de personagens, estrutura dramática, sinopses e argumentos.  
  2. o bloco de Captação/Formação será focado em desenvolver a capacidade do produtor e da empresa produtora nos aspectos organizacionais, financeiros e de financiamento abordando fundos e editais de fomento, desenhos de produção, orçamentos.  
  3. por fim, haverá o módulo Negocial trazendo aspectos de comercialização e distribuição, através das habilidades de apresentação do diretor e roteirista e de negociação do produtor. 

O término do laboratório será feito os pitchings para uma banca de players, executivos e representantes de eventos durante o Matapi – Mercado Audiovisual do Norte, previsto para novembro em Manaus. 

As inscrições iniciaram em 9 de agosto e vão até o dia 23 do mesmo mês através de formulário online (clique aqui). Os projetos serão analisados e selecionados pelos coordenadores Carlos Barbosa e Clemilson Farias da Leão do Norte Produções e Karla Martins da Casa Ninja Amazônia. 

Foto: Juliana Pesqueira