- I Lied to You, de Pecadores – 210 PONTOS
- Perseguição de Carro, de Uma Batalha Após a Outra – 192 PONTOS
- Crianças Atacam no Final, de A Hora do Mal – 86 PONTOS
- Conversa Agnes e Nora, de Valor Sentimental – 71 PONTOS
- Briga na Casa, de Anora – 68 PONTOS
Amaury Filho
- “Jealousy is a disease, remember that Diamond”, de Anora
- Jacob e Samuel se enfrentam após descoberta da traição, de Babygirl
- A perseguição, de Uma Batalha Após a Outra
- A discussão no restaurante, de O Agente Secreto
- Shinji, Aiko e Kato se disfarçam para salvar Phillip, de Família de Aluguel
- Invasão da mansão de Vanya, de Anora
- O sequestro, de Bugonia
- Cameo de uma Estrela, de Anaconda
- Segmento da vaginoplastia, de Emília Pérez
- Glinda e Elphaba se enfrentam, de Wicked: Parte 2
A sequência da perseguição na estrada é o que finalmente dará o Oscar à PTA. As bruxinhas se estapeando, assim como Emma Stone com seus sequestradores, divertem. Emília Pérez tem ótimas sequências musicais. Babygirl beira o cringe em algumas cenas, e é aí que seu charme reside. Anora é simplesmente uma coletânea de bons momentos.
Caio Pimenta
- Briga na Casa, de Anora
- I Lied to You, de Pecadores
- O Frevo, de O Agente Secreto
- Cena final, de Foi Apenas um Acidente
- A Perseguição na Estrada, de Uma Batalha Após a Outra
- Senhora saindo de casa no meio da noite, de A Hora do Mal
- O tiro no meio da noite, de Oeste Outra Vez
- Seu Cavalcanti e Maeve vendo TV, de Seu Cavalcanti
- Presente do avô, de Valor Sentimental
- Roubo do quadro, de The Mastermind
A confusão na casa do mimado marido de Anora transforma o filme em uma comédia maluca dando a dimensão exata do conflito de classes em meio a uma montagem e decupagem brilhante. I Lied to You joga com o passado, presente e futuro da cultura negra de forma surpreendente. Diante da pior notícia possível, Armando/Marcelo se vê seguro no meio do frevo, do carnaval, da nossa cultural. É o que temos. Panahi gela a espinha do pobre coitado do protagonista e nossa apenas com leve barulho de um calçado tocando o chão, uma tônica da perseguição política iraniana. Paul Thomas Anderson comanda uma sequência brilhante no deserto, enquanto Cregger gera o momento de terror do ano apenas com câmera fixada em uma porta. Que trabalho de som brutal e impecável no grande momento do faroeste de Érico Rassi, enquanto Kelly Reichardt subverte os filmes de assalto com uma condução sóbria e elegante do roubo de um quadro. No meio de todo drama, Joachim Trier arranca uma deliciosa risada com os presentes de Gustav Borg para o neto. Por fim, a pegadinha do Mallandro de Leonardo Lacca cria um momento delicioso no ótimo Seu Cavalcanti.
Danilo Areosa
- A conversa entre irmãs, de Valor Sentimental
- O ataque das crianças, de A Hora do Mal
- Partida da Ave, de Flow
- Perseguição na Estrada, de Uma Batalha Após a Outra
- Perna cabeluda, de O Agente Secreto
- O passeio pela história Americana, de Pecadores
- Festa de Casamento ao som de Blur (The Universal), de Bird
- O último plano pela Casa, de Aqui
- A conversa íntima com o namorado na banheira, de Sorry Baby
- Os pistoleiros chegando ao abrigo, de Oeste Outra Vez
Menções honrosas: Levando a mulher grávida à maternidade, Foi Apenas um Acidente; Cena no apartamento da professora, Dreams; A festa das mulheres no barco, O Último Azul.
Um ano de cenas dramáticas belíssimas. A conversa entre as irmãs em Valor Sentimental liderou o pódio. Um degrau abaixo tivemos a partida da ave em Flow, A festa de casamento em Bird, a conversa íntima entre namorados na banheira em Sorry Baby e o plano final da câmera passeando pela casa no subestimado e sensível Aqui. Humor, tensão e terror caminharam lado a lado nos momentos marcantes de A Hora do Mal, Oeste Outra Vez, Uma Batalha Após a Outra e O Agente Secreto com a sua folclórica perna cabeluda. Por fim, uma belíssima aula sobre a história e a música americana Pecadores no ofereceu.
Fábio Reis
- A Invasão Domiciliar, de Anora
- A Cena Final no Carro, de Anora
- A Perseguição no Deserto no Final, de A Semente do Fruto Sagrado
- A Cena do Baile, de Pecadores
- A Perseguição de Carro, de Uma Batalha Após a Outra
- O Diálogo Final entre Cherry e Gareth, de A Garota Artificial
- O Plot Twist, de Zootopia 2
- A Treta entre Timothy e Jay, de Jay Kelly
- A Cena do Sacrifício do Irmão de Dek, de Predador: Terras Selvagens
- O Discurso do Cardeal Vincent, de Conclave
“Conclave” tem um discurso que constrange até o mais arrogante e autoritário dos padres. A franquia “Predador” tem aqui seu momento mais humano, através do amor entre irmãos aliens. Jay Kelly pode não ser o mais exemplar dos pais nem dos colegas de trabalho, mas, sem dúvidas, não merecia aquele show de inveja do hilário ex-amigo e rival. Zootopia nos engana direitinho mais uma vez. Cherry nos faz refletir sobre a ética humana no progresso tecnológico de forma paradoxal e ímpar. PTA faz uma cena de perseguição implacável. Um baile atemporal com todas as musicalidades negras no mesmo lugar coroa a historicidade e o misticismo de “Pecadores”. Uma família iraniana entra em colapso num jogo de xadrez existencial em pleno deserto. “Anora” nos deixa desconcertados em sua tragicomédia e nos faz chorar com um final arrebatador.
Ivanildo Pereira
1. A dança de Chuck, de A Vida de Chuck
2. A música de Sammie atravessa o tempo, de Pecadores
3. As crianças atacam, de A Hora do Mal
4. Tom Cruise pendurado no lado de fora do avião, de Missão: Impossível – Acerto Final – Parte 2
5. Conversa e abraço das irmãs, de Valor Sentimental
6. Perseguição na estrada, de Uma Batalha Após a Outra
7. A perna cabeluda anda pelo Recife, de O Agente Secreto
8. Cena do sanduíche, de Sorry, Baby
9. Briga interminável, de Amores à Parte
10. Memento Mori, a morte da mãe, de Extermínio: A Evolução
Dentre os momentos marcantes do cinema de 2025, alguns me fizeram rir – as cenas de O Agente Secreto e Amor à Parte – outros me emocionaram, como a de Valor Sentimental. Alguns me eletrizaram, como as cenas de A Hora do Mal, Pecadores, Uma Batalha Após a Outra e Missão: Impossível, esta última uma cena de ação para ficar para a história. Uma me manteve ainda tendo fé na humanidade – a de Sorry Baby – e outra me fez refletir sobre a morte – Extermínio. E finalmente, minha escolha de número 1 é um pequeno momento brilhante de cinema e arte que nos lembra que a vida não vale a pena sem um pouco de loucura.
Leonardo Barbosa
- A sequência musical de Sammie (Miles Caton) cantando “I Lied to You”, de Pecadores
- A perseguição vertiginosa de carros na autoestrada, de Uma Batalha Após a Outra
- A sequência do tiroteio no Instituto e nas ruas do Recife, de O Agente Secreto
- O diálogo de Nora (Renate Reinsve) e Agnes (Inga Ibsdotter Lilleaas) sobre traumas e memória, de Valor Sentimental
- A cena hipnotizante da luta entre dois peixinhos, de O Último Azul
- A cena final tensa, de Foi Apenas um Acidente
- A despedida do Monstro (Jacob Elordi) e de seu amigo cego, de Frankenstein
- Tia Gladys (Amy Madigan) em fuga das crianças ensandecidas, de A Hora do Mal
- A cena impressionante de Ethan Hunt pendurado em um avião, de Missão: Impossível – O Acerto de Contas Final
- A cena da torre, de Premonição: Laços de Sangue
Ryan Coogler cria algo poderoso como um todo, e a cena memorável de Sammie cantando com a composição do Blues entre passado, presente e futuro como manifestação em tela, é um deleite artístico simbólico. PTA traz uma sequência de perseguição intensa e a maneira que dedilha os elementos é absurda de boa. O clímax do filme brasileiro consegue ser inesperado, brutal e urgente. Um diálogo necessário e esclarecedor entre irmãs é uma das cenas mais emocionantes e precisas do ano. Gabriel Mascaro faz de seu cinema-poesia uma catarse de cores numa briga de apostas entre dois peixes. Panahí oferece como reflexão a ironia cruel da vida para tecer um final poderoso e angustiante. A jornada existencial do Monstro de Frankenstein se edifica quando se despede de seu melhor amigo cego. Tão enérgica quanto absurda, a sequência de A Hora do Mal é inesquecível. Novamente, o Ethan Hunt, de Cruise, promove uma cena considerável que ficará na mente por tanto. E a cena de abertura de Premonição 6 entra para um dos melhores momentos da franquia.
Leonardo Veloso
- Perseguição de carros, de Uma Batalha Após a Outra
- O peso da carga dramática na cena final, de Valor Sentimental
- O tubarão com a perna cabeluda e a paisagem estonteante de Recife pela janela, de O Agente Secreto
- Kiri e sua família tentando se comunicar com a deusa Eywa do povo Na’vi, de Avatar: Fogo e Cinzas
- Sequência musical de jazz, de Pecadores
- A cena escatológica do parasita, de A Meia-Irmã Feia
- A caçada final, de A Hora do Mal
- A performance teatral, de Hamnet
- O diálogo honesto com um desconhecido, de Sorry, Baby
- A dança dos peixes coloridos, de O Último Azul
Quando penso nas cenas que mais marcaram o ano, imediatamente algumas imagens me vem à mente e, sem dúvidas, a perseguição dos carros em “Uma Batalha Após a Outra” tem um triplex alugado na minha cabeça até hoje. Outras cenas, no entanto, possuem tamanha sutileza e sensibilidade inoculada que simplesmente ancoram em nossos corações e nos fazem se emocionar e querer deitar em posição fetal depois de assisti-las, foi o caso de “Valor Sentimental” e “Sorry, Baby”. Já em “Avatar: Fogo e Cinzas”, James Cameron conseguiu fazer eu me arrepiar na sala de cinema ao mostrar uma criança Na’vi tentando fazer contato com uma entidade sagrada em prol do seu povo. Por fim, temos nosso representante brasileiro “O Agente Secreto” mostrando em cada frame as belezas de uma cidade-personagem ensolarada e pulsante.
Lucas Aflitos
- Passado, presente e futuro em comunhão, de Pecadores
- Cena de perseguição de carro entre Sean Penn e Chase Infiniti, de Uma Batalha Após a Outra
- Clipe e sexo ao som de Homem Com H, de Homem Com H
- O atentado, de Conclave
- A benção, de Suçuarana
- A sequência da dança, de A Vida de Chuck
- As crianças fantasiadas decidem dar um susto em Nhô Lau, de Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa
- A inundação, de Flow
- A perna cabeluda, de O Agente Secreto
- Cena final, de O Filho de Mil Homens
“Existem lendas sobre pessoas que nasceram com o dom de fazer música tão autêntica que pode rasgar o véu entre a vida e a morte, invocando os espíritos do passado e do futuro”, assim é a cena que está no topo dessa lista. Há muita emoção que vai além das telas. A perseguição e o atentado são definições de “that´s cinema!”; a benção e a dança, tem algo de libertador; o clipe e o sexo é tesão e arte na melhor forma; a inocência infantil é inspiradora; a sequência da inundação é um espetáculo; a perna. Ah, a perna! É uma experiência; e a cena final é linda, somos extensão.
Lucas Pistilli
- Sammie toca sua música transcendental, de Pecadores
- A perseguição final, de Uma Batalha Após a Outra
- Erzsébet confronta os Van Buren, de O Brutalista
- O ataque da perna cabeluda, de O Agente Secreto
- Irmã Agnes expõe o Cardeal Tremblay, de Conclave
- Romy e Samuel dançam ao som de George Michael, de Babygirl
- As irmãs Borg se consolam, de Valor Sentimental
- Julius encontra os bilhetes de Henry e Muriel, de Apostas & Segredos
- Jay Kelly recebe sua homenagem, de Jay Kelly
- Bird mostra as asas, de Bird
2025 não economizou nas cenas icônicas. Teve de “um tudo”: desde o realismo britânico de Andrea Arnold se tornando mágico em “Bird” até acenos de diretores modernos aos grandes do cinema (Paul Thomas Anderson, Joachim Trier e Noah Baumbach, à sua maneira, nos entregaram cenas que celebram e atualizam as obras de John Frankenheimer, Ingmar Bergman e Federico Fellini, respectivamente). No entanto, nada disso eclipsou o momento musical sublime de “Pecadores”, que usou música, edição e efeitos visuais para nos dar a cena mais “absolute cinema” do ano.
Lucas Souza
- A perseguição da estrada, de Uma Batalha Após a Outra
- Crianças desmembrando Tia Gladys, de A Hora do Mal
- O parto de um bebê zumbi, de Extermínio: A Evolução
- O personagem de Michael Stuhlbarg entrando e saindo da cozinha com o volume da música alto (Caetano Veloso), de Depois da Caçada
- Oliver mordendo e comendo vidro, de Faça Ela Voltar
- A sequência final, de Os Enforcados
- A Perna Cabeluda, de O Agente Secreto
- Sammie cantando e rasgando o véu temporal da cultura negra, de Pecadores
- Michael Angelo Covino e Kyle Marvin brigando por quase dez minutos ininterruptos, quebrando toda a casa, de Amores à Parte
- A cena do bar em que a espiã usa vários rostos, de O Brilho do Diamante Secreto
Cenas criativas, expondo a inventividade, apoteótica em sua maioria, de filmes que sujam as mãos seja na grafia de atos violentos, seja com o uso de debates e discursos pertinentes -mas perigosos- do contemporâneo. Cenas que evidenciam e definem esses filmes.
Marcos Faria
- O garoto mastigando a faca, de Faça Ela Voltar
- O assassinato do marido à noite, de Oeste Outra Vez
- A trip de ayahuasca, de Avatar: Fogo e Cinzas
- O diálogo entre Adanilo e Daniel Porpino no hotel, de Oeste Outra Vez
- Anora descendo o cacete em Igor, de Anora
- O ataque ao navio voador, de Avatar: Fogo e Cinzas
- A sequência do submarino, de Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 2
- DiCaprio no telefone, de Uma Batalha Após a Outra
- O lento desmembramento na serralheria, de Natureza Violenta
- A longa confissão no clímax, de Foi Apenas um Acidente
Os prazeres de cada uma das cenas escolhidas são auto-evidentes, mas talvez sejam necessárias algumas palavras sobre a número um. “Faça Ela Voltar” é um filme extremamente desagradável, parte de uma linhagem miserabilista no horror que parece remeter ao New French Extremity dos anos 2000. Não é particularmente a minha praia. Dito isso, é impossível negar que várias de suas imagens impregnaram minha memória, boa parte delas envolvendo o pobre garotinho mantido em cativeiro pela Sally Hawkins. Daí a escolha: nenhum outro momento em 2025 martelou tanto na minha cabeça quanto esse.
Mariana Goulão
- Juke Joint Transcendental, de Pecadores
- A tensão no corredor, de O Agente Secreto
- A votação decisiva, de Conclave
- A conversa que expõe tudo, de Valor Sentimental
- A travessia solitária, de Sonhos de Trem
- O ritual coletivo, de Manas
- A quebra de rotina, de A Hora do Mal
- A revelação silenciosa, de Foi Apenas um Acidente
- O clímax trágico, de Frankenstein
- O gesto final, de Sorry, Baby
As melhores cenas de 2025 revelam um cinema interessado no tempo, no corpo e no silêncio como forças narrativas centrais. São momentos que dispensam explicações e apostam na duração, na composição e no gesto mínimo para construir sentido, seja no transe coletivo de Sinners, na espera política de O Agente Secreto ou nos rituais íntimos e comunitários de filmes como Manas e Sentimental Value. Em comum, essas cenas condensam a essência de seus filmes, transformando ações simples, como caminhar, esperar, cantar, olhar, em experiências que definem o ano cinematográfico.
Pâmela Eurídice
- “I Lied to You”, de Pecadores
- O confronto final, de Foi Apenas um Acidente
- A perseguição de carros no final, de Uma Batalha Após a Outra
- A ceia de picadinho, de Os Enforcados
- O diálogo final entre o Decano Lawrence e o Cardeal Vincent Benitez, de Conclave
- O paralelo entre o casamento de Glinda e Elphaba libertando os animais, de Wicked: Parte 2
- Agnes contando que sobreviveu por conta de Nora, de Valor Sentimental
- A corrida final, de F1
- A dança em que a mãe reconhece o filho, de Toque Familiar
- O dinheiro despencando do trem, de Luta de Classes
Gosto de quando o cinema me faz ficar sem ar e torcer pela ação dos personagens, é o caso de Luta de Classes, F1 e Wicked. Já alguns momentos deixam nosso coração aquecido, principalmente quando, em meio a dor, sabemos que tem alguém ao nosso lado ou que somos a fortaleza para uma pessoa que amamos. As lágrimas foram inevitáveis nas cenas de Familiar Touch e Valor Sentimental. Por outro lado, tem alguns discursos que me revoltam como em Conclave o Foi Apenas um Acidente. Algumas vinganças vem em pratos típicos, como o jantar de Os Enforcados. A gente não consegue falar de cinema em 2025 sem citar a perseguição de carros dirigida por PTA, mas a cena mais emblemática que levo comigo é na voz de Miles Caton e o afrofuturismo que ele reacende.
Vitor Polessi
- O destino da Tia Gladys, de A Hora do Mal
- A perseguição na estrada, de Uma Batalha Após a Outra
- A apresentação musical “I Lied to You”, de Pecadores
- O final, de Foi Apenas um Acidente
- Ethan Hunt e o avião, de Missão: Impossível – O Acerto Final: Parte 2
- O acidente inicial, de Premonição: Laços de Sangue
- Jay Kelly revendo a sua carreira, de Jay Kelly
- Frank e Beth sendo vigiados no apartamento, de Corra que a Polícia Vem Aí
- Senhor Incrível ao som de “5 Years Time” (Noah and the Whale), de Superman
- Gustav oferecendo o papel para Nora, de Valor Sentimental
Essas escolhas resumem a minha ecleticidade de momentos favoritos. Desde as cenas mais conceituais às cenas de escapismo total. James Gunn consegue criar um casamento perfeito entre a ação e a música. A cena de Gustav e Nora tem muito peso e significado, assim quando Jay Kelly relembra toda a sua carreira. Tom Cruise pendurado em um avião, um restaurante flutuante sendo destruído e o momento “constrangedor” de Frank e Beth foram marcantes para mim. O final de Foi Apenas um Acidente é impactante, reflexivo e brilhante. Mas minhas três cenas favoritas do ano foram a perseguição alucinante muito bem dirigida por PTA em uma Batalha após a Outra. Outra cena brilhantemente dirigida é a canção I Lied to You de Pecadores em que Ryan faz uma contextualização histórica excelente da cultura e estilos musicais negros com uma competência e magnitude ímpar. Por fim, a morte da Tia Gladys mistura humor, horror e diversão de forma irretocável.
COMO FUNCIONA O SISTEMA DE PONTUAÇÃO DO CINE SET:
Cada um dos críticos do Cine SET elege o seu ‘TOP 10’. Critério leva em conta filmes lançados nos cinemas, streaming ou televisão no Brasil entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2025.
Para cada lista, fizemos a pontuação:
1º lugar – 25 pontos
2º lugar – 18 pontos
3º lugar – 15 pontos
4º lugar – 12 pontos
5º lugar – 10 pontos
6º lugar – 8 pontos
7º lugar – 6 pontos
8º lugar – 4 pontos
9º lugar – 2 pontos
10º lugar – 1 ponto
Depois, tudo é somado e chegamos ao resultado final!























