O primeiro turno do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria de Melhor Curta-Metragem está em andamento e todos os filmes selecionadas estão disponíveis no site do Porta Curtas. São 49 filmes entre ficções, animações e documentários de todas as regiões do país e premiados ao longo de 2020 e 2021. A exibição é gratuita.

Dirigido por Rafael Ramos, “Manaus Hot City” está entre as atrações. Protagonizado por Frank Kitzinger, Maria do Rio e Vanessa Moraes, o curta-metragem com duração de 15 minutos aborda a amizade entre três amigos e como esta é afetada por uma descoberta transformadora.

Entre as discussões apresentadas em “Manaus Hot City”, conceitos sobre a cidade, o calor e saudade se destacam, além de trazer locações conhecidas pelos moradores da região como a Balsa Amarela, a Feira Manaus Moderna e Praia de Açutuba.  

>> CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR “MANAUS HOT CITY” NO PORTA CURTAS

“Manaus Hot City” coleciona passagens por eventos como Kinoforum, Vitória, Cine PE, a retrospectiva do Cinema Brasileiro do Cinesesc e o Festival Curta Cinema 2020.  ““Manaus Hot City é um filme totalmente independente, feito por uma equipe pequena, que agregou muito valor à vivência de cada um no projeto. Acredito que isso foi a maior potência do filme, e o que fez ele se destacar mesmo com poucos recursos. Fazer cinema hoje pra mim tem a ver com isso, conhecer as pessoas com quem produzo, saber o que motiva cada um deles. O processo é muito mais importante que o resultado”, disse Rafael.

‘3×4’: na simplicidade, a imensidão dos sentimentos

“3×4” marca ótima estreia de Juliana Tizatto na direção e roteiro a partir de grandes atuações de Andira Angeli e Isabela Catão.

‘Tarde Dentro da Tarde’: um rio de lugares comuns

Já que o rio sempre teve especial destaque nos filmes de Rafael Ramos, Tarde Dentro da Tarde talvez seja apenas um caso de leve maré baixa.

‘Jamary’: fantasia amazônica perdida em sucessão de problemas

Do básico do plano-contraplano a uma história sem rumo, Jamary, de Begê Muniz, se mostra uma grande confusão.

“A Terra das Estrelas Distantes”: a eterna busca do que é ser amazônida

“A Terra das Estrelas Distantes” parece querer nos lembrar, que a verdade do nosso passado também permanece escondida de nós mesmos.

‘Flores Secas’: melodrama de Arnaldo Barreto cai na maior armadilha dos curtas-metragens

Com tantos personagens e pretensões temáticas, Flores Secas, de Arnaldo Barreto, não consegue dar conta de praticamente nada que aspira.

Crítica | ‘As Versões que você fez de mim’, de Roger Barbosa

“As versões que você fez de mim” tenta ser intimista e reflexivo, mas a construção do protagonista se distancia desses dois aspectos.

‘Antes de Hoje’: curta carece de densidade ao abordar juventude marcada pela pandemia

Curta de James Bentes, ‘Antes de Ontem’ peca com superficialidade e sem contundência para tratar de jovens na pandemia.

‘Sete Cores da Amazônia’: longa amazonense experimenta altos e baixos extremos

Dirigido por Ana Lígia Pimentel, “Sete Cores da Amazônia” se atrapalha em trama urbana, enquanto cresce ao partir para a floresta.

‘Obeso Mórbido’: conto cru sobre obsessão, corpo e identidade

Obeso Mórbido é um forte conto sobre um indivíduo e suas lutas obsessivas e o vazio interminável do homem e seus (des)prazeres.

‘Márcia Antonelli – Das Palavras à Sobrevivência’: cinema de luta, memória e identidade

Mariellen Kuma entrega um curta metragem que usa as palavras para dar o tom ao seu cinema e mostrar como a jornada, quando reconhecida, entrelaça afetos.