“Baby” foi exibido em mais de 80 festivais e venceu 28 prêmios, incluindo o Redentor de Melhor Filme no Festival do Rio e o Rising Star Award em Cannes. O filme segue em cartaz em países como França, Suíça, República Tcheca e Grécia, com estreias marcadas na Holanda, Bélgica e, em julho, nos Estados Unidos. No Brasil, está disponível no Telecine e no Canal Brasil. Caetano destaca o papel do júri como uma forma de manifesto sobre os rumos do cinema queer.
Além de seu trabalho como diretor, Marcelo também atuou como diretor de elenco em filmes como “Aquarius” e “Bacurau“. Seu estilo é marcado pela sensibilidade e força visual, o que reforça sua escolha como jurado ao lado de nomes como Christophe Honoré, presidente do júri, além de Timé Zoppé, Leonie Pernet e Faridah Gbadamosi. Caetano ressalta o impacto que prêmios como a Queer Palm podem ter na revelação de novos talentos do cinema LGBTQIA+.
O Brasil vem mantendo protagonismo na Queer Palm: “Bacurau” concorreu em 2019, “Levante” em 2023, e “Baby”, em 2024. No ano passado, a diretora Juliana Rojas integrou o júri, após ser premiada em Berlim e no Festival de Gramado. Em 2024, o prêmio foi para “Três Quilômetros até o Fim do Mundo”, do romeno Emanuel Pârvu. Para 2025, entre os concorrentes estão “Sound of Silence” e “Pillion”. O vencedor será anunciado em 23 de maio.
com informações de assessoria