OFICINA I: TRILHA SONORA

Data: 5 de dezembro  – 15h (hora Manaus) – via Zoom

A FACILITADORA

Julia Teles é Bacharela em Música com ênfase em Composição Eletroacústica pela Unesp, técnica em áudio pelo IAV (Instituto de Áudio e Vídeo) e pós graduada em Música e Imagem pela FASM. Compositora e improvisadora, desde 2011 é integrante do coletivo de música experimental NME, produzindo concertos, a revista linda, e criando diversas obras acusmáticas e performativas. Toca theremin. Compôs sons para teatro (no coletivo teatral 28 Patas Furiosas), trilha sonora para filmes, além de trabalhar como editora de som e foley para cinema (trabalha no estúdio Sonideria desde 2013). Em agosto de 2014 esteve no instituto Musiques et Recherches, na Bélgica, onde estudou composição eletroacústica sobre suporte analógico, sob orientação de Annette Vande Gorne. Em 2020, lançou seu primeiro álbum musical, Teia, em parceria com a artista Inés Terra.

Ouça a trilha de Julia para o curta “Uma Bolha no Pé Esquerdo de Nina” (2014):

Pretendo abordar tópicos sobre como acontece a criação da trilha musical de um filme; o diálogo com a direção e demais etapas criativas; quais tipos de bagagem – teórica e prática – são interessantes para compor trilhas; como começar a atuar na área; entre outros pontos relativos ao assuntos.

Julia Teles

Facilitadora da oficina sobre Trilha Sonora

OFICINA II: SOM DIRETO

Data: 6 de dezembro  – 15h (hora Manaus) – via Zoom

A FACILITADORA

Marina Bruno é formada em cinema e trabalha na área audiovisual há oito anos, além de ser técnica de som direto e microfonista, também formada como operadora de áudio de teatro e espetáculos. Já ministrou oficinas de som relacionadas ao cinema em diversas unidades do Sesc . Presta serviço como técnica de som e microfonista para diversas produtoras, tendo feito mais recentemente a série “Felizes para Sempre”, da Rede Globo, o longa-metragem “O Escaravelho do Diabo” e a série de televisão “Unidade Básica”, da Universal Channel. Já trabalhou com oficinas audiovisuais pela Associação Cultural Kinoforum e Oficinas Tela Brasil.

Os alunos podem esperar uma oficina mais teórica, uma introdução a captação de som direto, mas, com um olhar bem focado nas especificidades do Norte.

Marina Bruno

Facilitadora da oficina de Som Direto

OFICINA III: PREPARAÇÃO DE ELENCO

Data: 7 de dezembro  – 15h (hora Manaus) – via Zoom

A FACILITADORA

Nascida no Rio de Janeiro e formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Marina Medeiros trabalhou como preparadora de elenco em séries como “Onisciente” (Boutique filmes/Netflix), “PSI” (O2 Filmes/HBO), “Cidade dos Homens – o Retorno” (O2 Filmes/Globo), “Juacas” (Cinefilm/Disney Channel), “Contos de Edgar” (FOX/O2 Filmes), e nos longas-metragens “Meu nome é Bagdá” (Manjericão Filmes), “De Menor” (Tangerina Entretenimento), “Trash” (O2 Filmes/Working Title) e “Diciembre” (Panamá/Colômbia).

Nesta oficina proponho uma conversa sobre as ferramentas e técnicas que utilizo no meu trabalho de Preparação de Elenco no Audiovisual. Um encontro sobre preparar-se para estar presente nos testes, ensaios e set de filmagem, onde falaremos sobre expansão, fortalecimento, potência e domínio da Imagem da Atriz/Ator.

Marina Medeiros

Facilitadora da oficina de Preparação de Elenco

‘3×4’: na simplicidade, a imensidão dos sentimentos

“3×4” marca ótima estreia de Juliana Tizatto na direção e roteiro a partir de grandes atuações de Andira Angeli e Isabela Catão.

‘Tarde Dentro da Tarde’: um rio de lugares comuns

Já que o rio sempre teve especial destaque nos filmes de Rafael Ramos, Tarde Dentro da Tarde talvez seja apenas um caso de leve maré baixa.

‘Jamary’: fantasia amazônica perdida em sucessão de problemas

Do básico do plano-contraplano a uma história sem rumo, Jamary, de Begê Muniz, se mostra uma grande confusão.

‘Empresário do 3o Mundo’: discurso supera cinema em documentário confuso

“Empresário do Terceiro Mundo” tinha um material interessante para trabalhar, no entanto falha ao ter escolhas técnicas que não melhoram o olhar sobre ele.

‘Terruá Pará’ e ‘A Pele do Ouro’ são os grandes vencedores do Festival Olhar do Norte 2026

A produção paraense comandada por Jorane Castro venceu a inédita categoria de longas-metragens pelo júri oficial e também o júri jovem.

‘Maira Porongyta — O Aviso do Céu’: curta transforma a encenação de um mito em cinema

O grande mérito de ‘Maira Porongyta — O Aviso do Céu’ é transpor a barreira entre o “mito” e o concreto — na verdade, demoli-la.

‘Crescente’: curta paraense foca naquilo que as palavras não dão conta

Dirigido por Maurício Moraes, o curta paraense Crescente aposta nas elipses como forma de sublimar o interdito.

‘A Pele do Ouro’: violência desmascarada com poesia

A Pele do Ouro desmascara a violência como uma poesia angustiante, mergulhada em reflexões profundas advindas de uma protagonista devastada.

‘Memória de Elefante’: memórias que persistem, mas nem sempre se encontram

O que seria mais insólito de se ver no interior de pleno Cerrado mato-grossense: um santuário de elefantes? Dois meninos adolescentes descobrindo o amor e a sexualidade? Ou uma mulher de meia-idade envolvida com um homem mais novo? Em “Memória de Elefante”, as...

‘Poronga’: desejo febril na floresta amazônica

Dirigido por Rafael Rogante, “Poronga” é um bom retrato sobre corpo, fé e repressão, e que deixa um gosto de quero mais.