1. Wagner Moura, por O Agente Secreto291 PONTOS
  2. Michael B. Jordan, por Pecadores160 PONTOS
  3. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra – 148 PONTOS
  4. Ralph Fiennes, por Conclave – 96 PONTOS
  5. Jesuíta Barbosa, por Homem com H71 PONTOS

Amaury Filho

  1. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  2. Jesuíta Barbosa, por Homem com H
  3. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  4. Ralph Fiennes, por Conclave
  5. Michael B. Jordan, por Pecadores
  6. Dwayne Johnson, por Coração de Lutador
  7. Ethan Hawke, por Blue Moon
  8. Joel Edgerton, por Sonhos de Trem
  9. George Clooney, por Jay Kelly
  10. Lee Byung-hun, por A Única Saída

Wagner e Jesuíta são excepcionais, enquanto os outros fazem um bom trabalho em tentar agradar à Academia.

Caio Pimenta

  1. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  2. Colman Domingo, por Sing Sing
  3. Jesuíta Barbosa, por Homem com H
  4. Ralph Fiennes, por Conclave
  5. Josh O’Connor, por The Mastermind
  6. João Pedro Mariano, por Baby
  7. Isaac Amendoim, por Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa
  8. Masaki Suda, por Cloud
  9. Michael B. Jordan, por Pecadores
  10. Benicio Del Toro, por O Esquema Fenício

A gentileza e generosidade de Domingo em cena fazem Sing Sing sair do marasmo; as dúvidas angustiantes do cardeal Lawrence expressadas com brilhantismo por Fiennes são a razão de ser de Conclave; Connor coroa o grande com um malandro anti-herói, enquanto Suda é o covarde metido a esperto lá no Oriente. Michael B. Jordan brilha em seu papel duplo, Del Toro sabe como poucos explorar as ironias dos roteiros de Wes Anderrson, Pedro Mariano, Jesuíta e Amendoim mostram como o cinema brasileiro está mais do que bem servido para os próximos anos, pois, atualmente, não tem para ninguém: Wagner Moura é o cara dos caras.   

Danilo Areosa

  1. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  2. Irandhir Santos, por Os Enforcados
  3. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  4. Michael B. Jordan, por Pecadores
  5. Joel Edgerton, por Sonhos de Trem
  6. Josh ‘O Connor, por The Mastermind
  7. Jesse Plemons, por Bugonia
  8. Channing Tatum, por O Bom Bandido
  9. Jesuíta Barbosa, por Homem com H
  10. Jeremy Allan White, por Springsteen: Salve-Me do Desconhecido 

Menções Honrosas: Harry Dickinson, BabyGirl; John Magaro, Setembro 5; Timothée Chalamet, Um Perfeito Desconhecido; Ângelo Antônio, Oeste Outra Vez. 

Wagner Moura e sua versatilidade combinam muito bem com o cinema inquietante de Kleber Mendonça e não à toa, que o ator, o diretor e o filme se destacaram em 2026. Irandhir Santos, Michael B. Jordan, Channing Tatum, Jesuíta Barbosa e Jesse Plemons se mostraram virtuosos na intepretação de personagens explosivos e cheios de imperfeições. Não sou grande fã dos filmes, mas reconheço as belas atuações de Joel Edgerton, Jeremy Allen White e Josh O´Connor neles. Por fim, Leonardo DiCaprio daquele seu jeito carismático consegue dar nuances a um personagem tão trágico quanto engraçado nas suas inquietações.

Fábio Reis

  1. George Clooney, em Jay Kelly
  2. Jesse Plemons, em Bugonia
  3. Leonardo DiCaprio, em Uma Batalha Após a Outra
  4. Wagner Moura, em O Agente Secreto
  5. Jeremy Allen White, em Springsteen: Salve-me do Desconhecido
  6. Ethan Hawke, em Blue Moon
  7. Noah Wyle, em The Pitt
  8. Billy Zane, em Waltzing with Brando
  9. Daniel Day-Lewis, em Anemone
  10. Oscar Isaac, em Frankenstein

Com uma atuação muito competente, mas sem tantas nuances, nosso querido Oscar só não merece seu xará dourado. Day-Lewis retorna mais contido, mas interessante. Billy Zane foi a uma sessão espírita se contactar com Marlon Brando e deu muito certo. Noah Wyle, que bom te ver de novo como Dr. Carter… digo, Dr. Robby! Hawke, vê se respira entre uma fala e outra, homi! Mas tu tá bem que só. Jeremy, continue assim. Wagner numa performance minimalista única. DiCaprio continua mostrando que é incapaz de atuar mal. Jesse Plemons encontrou aqui o papel que ele precisava pra mostrar de vez seu talento. George Clooney, realmente aqui você se superou e mostra que nunca foi apenas um rosto bonito em Hollywood. Temos aqui uma experiência conceitual similar a de Michael Keaton em Birdman.

Ivanildo Pereira

  1. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  2. Michael B. Jordan, por Pecadores
  3. Stellan Skarsgård, por Valor Sentimental
  4. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  5. Joel Edgerton, por Sonhos de Trem
  6. Ethan Hawke, por Blue Moon
  7. Josh O’Connor, por Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
  8. Jesse Plemons, por Bugonia
  9. Robert Pattinson, por Mickey 17
  10. Tim Robinson, por Amizade Tóxica

Menções honrosas: Jesuíta Barbosa, por Homem com H; Guillaume Marbeck, por Nouvelle Vague.

Vimos grandes desempenhos masculinos em 2025, e esses foram meus favoritos. Alguns foram sutis e intrincados, como Skarsgård, Hawke e Edgerton. Outros chutaram o proverbial pau da barraca, como DiCaprio, Pattinson e Plemons. Robinson foi o perfeito casamento entre personagem disfuncional e ator em estado de graça, e O’Connor conquistou com humanidade e humor. Jordan apresentou talvez o trabalho mais complexo e difícil do ano, e por isso merece muitos aplausos. Mas acima deles, para mim, esteve Moura, com uma atuação inteligente, carismática e complexa, que representou a cara do cinema em 2025. Todos os elogios para estes fantásticos atores ainda serão pouco.

Leonardo Barbosa

  1. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  2. Ethan Hawke, por Blue Moon
  3. Ralph Fiennes, por Conclave
  4. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  5. Jesuíta Barbosa, por Homem com H
  6. Lee Byung-hun, por A Única Saída
  7. Josh O’Connor, por Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
  8. Rodrigo Santoro, por O Filho de Mil Homens
  9. Michael B. Jordan, por Pecadores
  10. Isaac Amendoim, por Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa

Wagner cumpre uma atuação cheia de nuances e sentimentos reprimidos ou deixados de lado pela realidade em que vive, nada lhe oferece tranquilidade, é um ser preso às memórias. Hawke cria um personagem sagaz e divertido que usa da mesa do bar para nos revelar e mostrar um pouco mais de seu encanto. Fiennes entre olhares poderosos, sustenta o papel de um Cardeal com tamanha responsabilidade e seus tormentos, uma síntese de grande atuação. Um DiCaprio mais ácido aqui domina os lugares, mesmo com o drama de seu personagem a ser levado, a perspicaz arte de transitar emerge o seu diferencial. Jesuíta evoca, é uma luz interminável a brilhar por todo aquele espaço, com o seu Ney Matogrosso sólido e artístico a controlar todas as direções. Byung-Hun se enobrece ao conduzir bem a jornada de um homem ciente das dificuldades e a querer o sobreviver para si e para os seus. O’ Connor tem no Padre Jud uma verdade latente que percorre toda a narrativa, o que faz sermos integrantes juntos de seus passos. Santoro e seu Crisóstomo nos mostram como reluzir mesmo em cenários solitários, a construção de sua persona muito se passa pela também pela delicadeza se encontrar-se antes de abraçar o outro. Michael B. Jordan aqui como duas figuras, impressiona pela habilidade e versatilidade não só de encenar gêmeos, bem como a capacidade de se engrandecer quando o texto pede. Issac Amendoim transporta um Chico Bento real e crível, não só pelos trejeitos e detalhes, como pelo carisma e inocência irresistíveis.

Leonardo Veloso

  1. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  2. Michael B. Jordan, por Pecadores
  3. Rodrigo Santoro, por O Último Azul e O Filho de Mil Homens
  4. Adrien Brody, por O Brutalista
  5. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  6. Jesse Plemons, por Bugonia
  7. Ralph Fiennes, por Conclave
  8. Ian McKellen, por O Crítico
  9. Mason Thames, por Como Treinar o Seu Dragão
  10. Colin Farrell, por A Grande Viagem da Sua Vida

Waguinho mereceu o ouro aqui no pódio por interpretar de forma tão sólida e carismática dois personagens marcantes em “O Agente Secreto”. E por falar em interpretação dupla: temos aqui Michael B. Jordan que também dominou as telas em 2025 personificando de forma magnética os irmãos Stack e Smoke no aclamado “Pecadores”. Por fim, é válido ressaltar que Wagner Moura não foi o único brasileiro com atuação de destaque ano passado, o seu conterrâneo, Rodrigo Santoro também merece um lugar na mesa por entregar atuações singelas e sensíveis de forma cativante em seus dois personagens antissociais nos longas “O Último Azul” e “O Filho de Mil Homens”.

Lucas Aflitos

  1. Irandhir Santos, por Os Enforcados
  2. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  3. Ralph Fiennes, por Conclave
  4. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  5. Stellan Skarsgård, por Valor Sentimental
  6. Rodrigo Santoro, por O Filho de Mil Homens
  7. Michael B. Jordan, por Pecadores
  8. Jesuíta Barbosa, por Homem com H
  9. Ângelo Antônio, por Oeste Outra Vez
  10. Marco Adamo, por Adeus Garoto

MENÇÃO HONROSA: Isaac Amendoim por Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa.

Um ano espetacular para os atores em atuações distintas e corajosas. Desde o olhar perdido do jovem Marco Adamo, à explosão de Irandhir Santos dominando a cena, passando pela performance do corpo de Jesuíta Barbosa e o poder de síntese de Wagner Moura e Ângelo Antônio.

Lucas Pistilli

  1. Michael B. Jordan, por Pecadores
  2. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  3. Adrien Brody, por O Brutalista
  4. Jacob Elordi, por Apostas & Segredos
  5. Jesse Plemons, por Bugonia
  6. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  7. Ralph Fiennes, por Conclave
  8. George Clooney, por Jay Kelly
  9. Jesse Eisenberg, por A Verdadeira Dor
  10. Daniel Craig, por Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out

“Pecadores” entendeu que a única coisa melhor que um filme com um Michael B. Jordan é um filme com dois Michael B. Jordan – e a performance dupla do ator como os gêmeos Moore foi incrível ao ponto de merecer ser estudada. Não foi só ele quem encantou plateias esse ano: Adrien Brody (mesmo com a controvérsia sobre o uso de inteligência artificial em seu sotaque) foi magnético no centro do épico “O Brutalista” e Jacob Elordi entregou uma de suas atuações mais contidas (no bom sentido) até hoje em “Apostas & Segredos”.

Lucas Souza

  1. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  2. Jesuíta Barbosa, por Homem com H
  3. Josh O’Connor, por The Mastermind
  4. Michael B. Jordan, por Pecadores
  5. Andrew Garfield, por Depois da Caçada
  6. Ethan Hawke, por O Telefone Preto 2
  7. Irandhir Santos, por Os Enforcados
  8. Fabio Testi, por O Brilho do Diamante Secreto
  9. Austin Butler, por Ladrões
  10. Jai Courtney, por Animais Perigosos

Em um ano marcado majoritariamente por olhares e vivências femininas, dentro e fora das telas, as atuações masculinas não poderiam surgir senão em estado de resposta -menos como centro absoluto e mais como corpos atravessados por contextos, tensões e transformações. Não à toa, as performances que rankeei dialogam com personagens em crise, em deslocamento ou em confronto direto com sistemas maiores do que eles.

Marcos Faria

  1. Ângelo Antônio, por Oeste Outra Vez
  2. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  3. Josh O’Connor, por Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
  4. Joel Edgerton, por Sonhos de Trem
  5. Bill Skarsgård, por Nosferatu
  6. Caio Macedo, por Ruas da Glória
  7. Benicio del Toro, por O Esquema Fenício
  8. Robert Pattinson, por Mickey 17
  9. Tom Cruise, por Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 2
  10. Vahid Mobasseri, por Foi Apenas um Acidente

“Kasa Branca” é um filme super simpático, super bacana, super bem intencionado — motivos pelos quais não tive interesse algum em assisti-lo até o final. Se tivesse assistido, certamente colocaria Big Jaum nesta lista; na verdade, sua presença é quase forte o bastante para que eu o inclua aqui de qualquer jeito. Quase. E se Rodger Rogério é o coadjuvante do ano, então Ângelo Antônio, pelo mesmo filme, é muito provavelmente o protagonista do ano. Ele vive um bêbado ressentido de voz mansa cujos olhos de labaredas entregam o quão quebrada é sua masculinidade.

Mariana Goulão

  1. Michael B. Jordan, por Pecadores
  2. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  3. Joel Edgerton, por Sonhos de Trem
  4. Ralph Fiennes, por Conclave
  5. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  6. Oscar Isaac, por Frankenstein
  7. Dwayne Johnson, por Coração de Lutador
  8. Jeremy Allen White, por Springsteen
  9. Lee Byung-hun, por A Única Saída

As atuações masculinas de 2025 se destacam pelo trabalho de corpo, contenção e desgaste ao longo do tempo. São protagonistas que sustentam seus filmes menos pelo excesso dramático e mais pela presença contínua, seja na fisicalidade intensa de Sinners, no silêncio político de O Agente Secreto ou na observação melancólica de Train Dreams. Em comum, essas performances entendem o personagem como espaço de conflito histórico, moral ou emocional, fazendo do ator o verdadeiro eixo de sustentação narrativa.

Pâmela Eurídice

  1. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  2. Michael B. Jordan, por Pecadores
  3. Ethan Hawke, por Blue Moon
  4. Colman Domingo, por Sing Sing
  5. Josh O’Connor, por The Mastermind
  6. Jesse Plemons, por Bugonia
  7. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  8. Jeremy Allen White, por Springsteen: Deliver Me from Nowhere
  9. Austin Butler, por Ladrões
  10. Kieran Culkin, por A Verdadeira Dor

Kieran está na categoria que deveria ter concorrido desde o início. Há uma confusão e dor que seu personagem carrega que muito se diferencia do que o ator já fizera. Camaleônico também é Austin Butler em seus filmes de ação e aventura dos últimos três anos, assim como Jeremy Allen com o peso de ser Bruce Springsteen. Leo DiCaprio é sempre um fenômeno em tela, além de ser meio cômico vê-lo em tela sendo pai. Plemmons é o grande nome de Bugonia, suas loucuras conspiratórias dão o tom do filme; tal como Josh O’Connor que parece incorporar o universo de Kelly Reichardt em The Mastermind. Já está na hora de Colman Domingo ser realmente valorizado, embora sinta que Sing Sing é o filme mais proeminente que ele fez nos últimos anos — e não, Wicked: For Good não conta. O pódio não podia ser diferente. Ethan Hawke pela primeira vez longe das sombras de Jesse e esbanjando vergonha alheia, Michael B. Jordan em dose dupla e ainda assim muito diferente e Wagner Moura no papel mais comentado da sua carreira. Eles tem o molho, não dá pra negar.

Vitor Polessi

  1. Wagner Moura, por O Agente Secreto
  2. Ralph Fiennes, por Conclave
  3. Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
  4. Michael B. Jordan, por Pecadores
  5. Jesse Plemons, por Bugonia
  6. Isaac Amendoim, por Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa
  7. Joel Edgerton, por Sonhos de Trem
  8. Jesuíta Barbosa, por Homem com H
  9. Dwayne Johnson, por Coração de Lutador
  10. Liam Neeson, por Corra que a Polícia Vem Aí

Foi interessante ver Dwayne Johnson saindo da sua zona de conforto e trazendo uma atuação diferente do que costumava entregar. Nas atuações nacionais Jesuíta Barbosa incorpora a essência performática e original de Ney Matogrosso e Isaac Amendoim surpreende com sua fofura e carisma com seu Chico Bento. Liam Neeson faz uma paródia divertida de si mesmo enquanto Joel Edgerton aposta em um sofrimento internalizado e contemplativo. A intensidade e a fúria de Jesse Plemons são seguras e Michael B Jordan explora sua versatilidade interpretando gêmeos. A energia fervorosa e desastrada de DiCaprio dá um tempero único e Ralph Fiennes brilha com sua atuação milimétrica e comedida. Wagner Moura dá ao Agente Secreto maturidade e um toque genuinamente humano ao longa.

COMO FUNCIONA O SISTEMA DE PONTUAÇÃO DO CINE SET:

Cada um dos críticos do Cine SET elege o seu ‘TOP 10’. Critério leva em conta filmes lançados nos cinemas, streaming ou televisão no Brasil entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2025.

Para cada lista, fizemos a pontuação:

1º lugar – 25 pontos

2º lugar – 18 pontos

3º lugar – 15 pontos

4º lugar – 12 pontos

5º lugar – 10 pontos

6º lugar – 8 pontos

7º lugar – 6 pontos

8º lugar – 4 pontos

9º lugar – 2 pontos

10º lugar – 1 ponto

Depois, tudo é somado e chegamos ao resultado final!

Autor

  • Editor-chefe do Cine Set. Exerce o cargo de diretor de programas na TV Ufam. Formado em jornalismo pela Universidade Federal do Amazonas com curso de pós-graduação na Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo.

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