- Armadilha – 18 pontos
- O Dublê – 14 pontos
- Madame Teia – 14 pontos
- Rebel Moon 2 – 10 pontos*
- 20 dias em Mariupol, Coringa: Delírio a Dois, Silvio, Megalópolis, Hellboy e o Homem Torto, Música e This is me… now (a love story) – 10 pontos
*presença em um número maior de listas.
CAIO PIMENTA
- 20 dias em Mariupol
- Mallandro – O errado que deu certo
- Deadpool & Wolverine
- A Sala dos Professores
- Rebel Moon
Qual o limite ético de um filme para com os seus retratados? Ganhador do Oscar de Melhor Documentário, “20 Dias em Mariupol” pode usar todas as justificativas para usar as cenas que apresenta – a denúncia da barbárie, a crueldade do regime de Vladimir Putin, uma invasão despropositada da Ucrânia -, mas, a completa falta de ética e cuidado mínimo com a exposição daquelas vítimas do confronto são inaceitáveis – para que mostrar uma mulher grávida com as vísceras para fora agonizando ou os atendimentos finais de um bebê morto? Intragável sob qualquer perspectiva. O nonsense da própria figura de Sérgio Mallandro me fascina desde garoto até hoje, porém, o filme do comediante serve para ver o problema que tenho. “Deadpool & Wolverine” representa o ponto mais baixo da Marvel nos cinemas. Idem para Zack Snyder com “Rebel Moon”. Por fim, o drama alemão é o cansativo exemplar do protocolo de ‘filme para festival europeu com pretensões de Oscar’. Dá sono.
DANILO AREOSA
- Hellboy e o Homem Torto
- Bandida N.1
- Madame Teia
- O Dublê
- Argylle – O Superespião
Menções: Maníaco do Parque; Desespero Profundo; Godzilla x Kong – Novo Império; A Paixão Segundo G.H; Os Estranhos – Capítulo 1; Um Tira da Pesada 4: Axel Foley.
Esses foram os cinco piores filmes assistidos em 2025 no cinema: Hellboy e O Homem Torto mostrou que cinema e o personagem realmente não combinam, já que também não sou fã dos filmes dirigidos por Del Toro. Bandida N.1 foi o pior filme nacional do ano (ok, não assisti a tenebrosa biografia de Silvio Santos) com a sua montagem fragmentada, a abordagem social superficial, as relações mal construídas entre os personagens e, principalmente, a ação muito mal dirigida. Madame Teia mostrou a essência do universo de vilões criados pela Sony: começam no nada e terminam em lugar nenhum. E por fim, O Dublê e Argylle – O Superespião se mostraram espertinhos em suas tramas mirabolantes, mas só produziram risos amarelos de constrangimento.
IVANILDO PEREIRA
- Silvio
- Madame Teia
- Os Estranhos: Capítulo 1
- Rebel Moon Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes
- Maníaco do Parque
Menções desonrosas: O Salário do Medo, Back to Black, É Assim que Acaba.
Bombas… Todo ano as tem, não é mesmo? Estas são as cinco piores que assisti em 2024, e acredite, foi difícil chegar até o fim delas. Madame Teia é inacreditavelmente ruim e sem pé nem cabeça, mas pelo menos serviu para acabar com a gana da Sony em explorar o universo do Homem-Aranha. Os Estranhos é tão inepto e mal feito que mata qualquer interesse por uma sequência. Já a segunda parte de Rebel Moon é o prego no caixão do Zack Snyder. E o Brasil, infelizmente, comparece com duas entradas: Silvio e Maníaco do Parque demonstram a lamentável tendência de produções nacionais de imitar o pior das fórmulas de cinema internacional, os clichês das cinebiografias e projetos de true crime. Acabam sendo crimes contra o espectador.
LEONARDO VELOSO
- O Voo do Anjo
- Coringa: Delírio a Dois
- Armadilha
- Documentário “Marias”
- Gladiador 2
O longa nacional “Voo do Anjo” conseguiu mostrar de forma pífia e preguiçosa temas tão sensíveis como depressão e melancolia, assuntos esses que dialogam com grande parte da sociedade atualmente. Já “Coringa: Delírio a Dois” é uma espécie de Frankenstein em forma de filme, com uma narrativa que se perde, onde nada é desenvolvido e temos a sensação de que o longa podia entregar muito mais do que estava proposto. “Armadilha” foi outra decepção de Shyamalan, que resolveu trazer sua filha como coadjuvante, mas que teve uma atuação fraca em um de seus filmes mais fracos ainda. Entrementes, o documentário “Marias” também entrega uma narrativa inconsistente e um título que não faz jus ao seu conteúdo. Por último, temos “Gladiador 2”, que não consegue entregar nada de novo e tenta constantemente beber na fonte de seu antecessor de sucesso.
LUCAS PISTILLI
Escolher o “pior filme do ano” é mais difícil do que parece: tenho certeza que uma legião de atrocidades nunca passaram pelas minhas retinas. Das que passaram, destaco uma comédia pra lá de sem sal com Ryan Gosling, o filme mais bobo de M. Night Shyamalan (e isso é dizer alguma coisa), um drama que afronta pelo marasmo e cinismo (cortesia do turco Nuri Bilge Ceylan) e duas sequências americanas aborrecidas que ninguém pediu.
LUCAS LOPES AFLITOS
- This is me… now (a love story)
- De pai para filho
- Apartamento 7A
- Armadilha
- Tipos de Gentileza
Mais um ano fértil para as chamadas bombas que são lançadas anualmente. E fica a pergunta: para quê? Confesso que passo longe de filmes que, penso eu, são perdas de tempo, fica até difícil fazer uma lista como esta. Porém, em outras ocasiões somos surpreendidos de maneira negativa. Como esse álbum visual da Jennifer Lopez. A gata do bairro reuniu alguns nomes como Jane Fonda, Sofía Vergara, Keke Palmer e, seu então marido, Ben Affleck em um show de cafonice. A coisa só piora, pois a produção é um ode ao amor dela com Affleck que se separaram logo depois. “De Pai Para Filho” é duro de engolir, assim como “Apartamento 7A”. Completam a lista os regulares “Armadilha” que vai muito bem na primeira hora e “Tipos de Gentileza” que é uma cópia barata de algum devaneio do Charlie Kaufman.
MARCOS FARIA
Foi muito mais fácil elaborar a lista dos piores do que a dos melhores do ano; o difícil foi ficar apenas com 5 filmes. Dado que muito filme ruim por aí simplesmente desaparece da memória, o critério precisou ser: quais filmes me irritaram persistentemente por mais tempo em 2024? Ei-los.
PÂMELA EURÍDICE
- Música
- Back to Black
- Rebel Moon: Parte 2
- Godzilla vs Kong: O novo império
- O Corvo
Sempre digo que essa lista diz respeito aos filmes que de alguma forma me decepcionaram ou frustraram. Dessa vez, no entanto, a lista contém filmes de difícil defesa, com narrativas sem sentido, histórias que não precisavam de continuação, montagem problemática e, no caso de “Música”, edição de som que mal dá para compreender a fala dos personagens. Haveria pelo menos mais 4 menções honrosas, mas vou deixar vocês livres dessas indicações.
COMO FUNCIONA O SISTEMA DE PONTUAÇÃO DO CINE SET:
Cada um dos críticos do Cine SET elege o seu ‘TOP 10’. Critério leva em conta filmes lançados nos cinemas, streaming ou televisão no Brasil entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2024.
Para cada lista, fizemos a pontuação:
1º lugar – 10 pontos
2º lugar – 8 pontos
3º lugar – 6 pontos
4º lugar – 4 pontos
5º lugar – 2 pontos




















